"O Sol se extingue a cada dia para renascer a cada manhã." (foto:ciclone de Luz,Eliana Valença)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Chocolate quente
Huuuummmmmm!!!! Nada melhor para enganar o frio do que um chocolate quente feito com muito carinho (a várias mãos), para pessoas especiais.
sábado, 27 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Balas de chocolate
sábado, 20 de julho de 2013
Del Sur
Amanhecer gelaaaado na praia do Laranjal, mas de uma beleza que só quem é "del sur" consegue entender... É a "estética do frio" (V.R.).
domingo, 14 de julho de 2013
Oficina Dança Circular - Sio Kronbauer em Pelotas, RS
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Escolha
Clarice Lispector
Apreço
terça-feira, 2 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Dança Circular - Companhia do Perpétuo Dançar
Parabéns!!! Dia 29/06/13 completou 1 ano de existência um grupo de pessoas interessadas ( ou apaixonadas) pela Dança Circular. O interesse surgiu depois de algumas oficinas e foi agregando gente e mais gente. Hoje temos um grupo que se reune aos sábados (quinzenalmente) para dançar e trocar experiências, vivências, energia e compartilhar principalmente a Alegria . Daí surgiu, meio que por acaso(?) as abayomis, pequenas bonecas de origem africana, feitas com nós de retalhos ,sem uso de agulhas (eram feitas nos navios negreiros para ocupar a atenção das crianças) como símbolo de nosso grupo, já que o significado é "aquela que traz alegria". O nome do grupo ainda está em estudo(rsrsrs).
Nosso grupo reune-se na sala de dança do Colégio Municipal Pelotense, Pelotas, RS. Quem estiver interessado nas ofcinas pode entrar em contato comigo por email e darei melhores informações.(liavalenca@ig.com.br).
Obs: os encontros não tem custo nenhum. Quando recebemos facilitadores formados em Dança Circular, aí sim, temos o preço cobrado, que varia conforme a oficina.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Noite de São João
Clique no link abaixo e escute a bela e harmoniosa melodia que Vitor Ramil fez para o poema de Fernando Pessoa.
Abayomi, que traz Alegria
A palavra abayomi tem origem iorubá, significando aquele que traz,
felicidade ou alegria. (Abayomi quer dizer encontro precioso: abay=encontro e omi=precioso). O nome serve para meninos e
meninas, indistintamente. Não se deve confundir com Abaiomi, também iorubá, de
significado diverso.
O nome é comum na África, principalmente na África do sul, embora também seja encontrado com frequência até o norte
da África, e mais raramente, no Brasil.
No Brasil, além de nome próprio, designa bonecas de pano artesanais, muito simples, a partir de sobras de pano reaproveitadas,
feitas apenas com nós, sem o uso de cola ou costura e com mínimo uso de
ferramentas, de tamanho variando de 2 cm a 1,50 m, sempre negras, representando
personagens, de circo, da mitologia, orixás, figuras do cotidiano, contos de fada e manifestações
folclóricas e culturais.
domingo, 23 de junho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
A Cara Lavada do Brasil
“Não foi fácil chegar até aqui, minha geração
lutou muito para ter voz.”
Dilma Rousseff
Tem razão, Srª Presidente, e isso
não pode e nunca será esquecido. Está escrito na história com letras de sangue
e luta.
Mas muitos dos que trilharam esse
caminho, que fizeram coro contigo, que saíram às ruas, que acreditaram na
mudança, em algum momento deixaram de acompanhar aquela massa por não concordar com o caminho escolhido, por não vislumbrar a luz
no fim do túnel, por sofrer de um sentimento chamado desilusão.
Mas a luta continuou, outras causas, outras ruas, outros
protestos vieram e lá estavam os descontentes, ainda lutando, mas por caminhos
opostos, infelizmente.
Hoje a rua foi tomada novamente:
- por aqueles descontentes;
- por gente nova na luta, jovens inexperientes, é verdade, mas nem
por isso alienados;
-por gente que ainda não tem bem
claro o que está escrito em seu cartaz, mas nem por isso “sem causa”;
-a direita , possivelmente, estreando na passarela da “rua”;
-a burguesia, com sua
participação festiva (sempre presente);
-os aproveitadores, prontos para
levar alguma vantagem;
-os “da antiga”, velhos rostos de
sempre, se reencontrando e revivendo a velha chama;
-os vândalos e baderneiros, na
contra mão do protesto.
A rua é de todos e as
experiências do passado servem para aprender a não cometer os mesmos erros. Tolerância é preciso para pedir por
tolerância! A mobilização é necessária
para evitar a estagnação.
A rua é de todos! Na rua nascem os
manifestantes, no grito de guerra, no cartaz que empunha como a uma espada,
contendo sua idéia, sua criatividade, sua indignação, a essência de sua luta.
Ninguém nasce militante. “É na luta que se forja o guerreiro.”
Desses milhões que saíram à rua,
muitos não tem causa, mas têm vontade de ter porquê lutar, por andar
“adormecido” o anseio de se manifestar, de reivindicar, de expor seu
descontentamento, coisas que se aprende na prática.
Essa massa heterogênea, não é diferente da massa que construiu nossa
história e que colocou Vossa Excelência na presidência do país.
Desses milhões de pessoas que
saíram à rua, muitos vão abandonar a luta quando a novidade passar; muitos vão continuar por um tempo, mas alguns
vão um dia olhar para trás e dizer como nós, senhora Presidente, que fizeram parte dessa história. E se nascer
uma geração de manifestantes que tenham a liberdade de pensar e ouvir o clamor
de diferentes vozes, vão dar
continuidade à nossa luta.
Saberemos, então, que apesar de
uma minoria sem escrúpulos (que sempre se faz presente nas grandes
aglomerações) esse movimento vai ter
valido à pena. E, às vezes, nas linhas tortas, estão os grandes recados.
Quando repudiam a manifestação de qualquer partido, não querem dizer que são
contra a existência de vários partidos no Brasil.
Acho que o grande recado é que apesar
de pertencer a um partido e fazer parte da história, as pessoas tem o direito de discordar de algumas
ações e a obrigação de manifestar sua indignação. O partido não pode ficar adiante
da verdade do cidadão. E, finalmente, nenhum governo, em lugar nenhum deste
planeta, pode dizer que o povo não tem o que
reivindicar, sem se tornar arrogante. Os preconceituosos, os que “não se
misturam”, os arrogantes, estão anunciando sua retirada... Talvez não
esperassem tamanha adesão ( e milhares de outros vinte centavos). Talvez
pensassem que a rua tivesse dono.
Engano!
Está surgindo um novo jeito de
fazer política, um jeito diferente, sem paixão, como acontece com o amor ao time de coração, um jeito que está
se construindo, onde queremos valorizar
mais a nossa cara lavada e natural, do
que apresentar, para o resto do mundo,
uma bela face muito bem maquilada. Nós já temos uma “cara”: a cara
lavada do Brasil! Gostamos dela assim!
Eliana Valença
terça-feira, 18 de junho de 2013
A Cara do Brasil
Se alguém disser que este é um
momento histórico, que o gigante acordou, que a violência não é a voz da
maioria, que as redes sociais tem uma força inquestionável, e todas as frases
comuns que se ouve em todo o país, como um eco, não estará mentindo. Tudo isso
é verdade!
Mas tem alguns aspectos que
tornam esse momento único. De onde
saíram tantas pessoas dispostas a protestar? Elas estavam satisfeitas antes
desses movimentos? Porque só agora resolveram se manifestar? As redes sociais tem tanto poder assim? Contra o
que exatamente protestam? Será um movimento sem causa? As manifestações são
contra os governos municipais, estaduais ou federal?
Quem estará por trás desses protestos? Será que são jovens (de todas as
idades) inconseqüentes que nem sabem porque estão ali? Quem são os
vândalos que se escondem atrás de um direito sagrado de manifestação? O que
fazem ali? Toda a mídia exagera e mostra apenas os vândalos, como um big
brother editado?
Poderia continuar todo o texto
fazendo perguntas e mais perguntas... sem
respostas exatas. Mas os protestos
representam oposição a que aspecto, a
quem , exatamente?
Será que uma rede social tem o
poder de inflamar uma população inteira como em um discurso de alguém com o dom de mover as massas , ou essas redes vão
mostrando ao longo de muito tempo, que a insatisfação que eu sinto é compartilhada
por muitas pessoas, que o país que vivemos não é aquela maravilha
insistentemente vendida aos turistas e resto do mundo. O Brasil deve ser
satisfazer aos brasileiros. A rede
social mostra dia após dia, que não sou eu, apenas, que venho sentindo em meu
bolso a falta do mesmo poder aquisitivo de algum tempo atrás , e que a
facilidade de crédito acabou comprometendo grande parte de meu salário. A rede social mostra , diferente da propaganda política ( de
todos os partidos), que o que eu pensava,
não era apenas eu que pensava...
Veio então a explosão de todo
esse sentimento reprimido , como já vimos em tempos atrás, sem nenhuma
diferença daqueles dias. Ou melhor, algumas diferenças existem , sim. As bandeiras levantadas, não carregam o
símbolo de nenhum partido, de nenhum governante, mas nenhum partido, se está
representado no poder, está isento dos protestos. Me atrevo a dizer que nem os
próprios manifestantes( conscientes) se sentem isentos de responsabilidades. O
protesto é contra a própria ausência em protestos. O medo de estar só se foi. Essa foi a
participação decisiva das redes sociais. Tem mais gente que curte e compartilha
o que penso. Não estou só!!!!
Portanto, não permita que
qualquer partido ou político, roube de
você o poder de exercer sua sagrada cidadania e , de novo , sair à rua, gritar e lutar pelos seus “vinte centavos”,
sejam eles o que for: Saúde, Educação, Justiça, fim da corrupção, fim da
hipocrisia, não violência, gastos exorbitantes com eventos, baixos
salários, ações de combate às drogas...
Brasil, mostra tua cara!
Eliana Valença(18/06/13)
sábado, 15 de junho de 2013
Velha Gaita
Velha gaita ressongona , velha gaita,
velha gaita de galpão.
Quando estiro o fole todo, velha gaita,
estremece o meu coração!
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Cumplicidade
Unidos pelas diferenças, acalentados na presença,
apaixonados pela essência, é assim que se cria a
cumplicidade.
Denise Portes
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Partitura
Nesta pauta de fios
Quem dá o tom,
A cor da melancolia,
É a certeza...
De que o tempo passa!
Eli Ana
Quem dá o tom,
A cor da melancolia,
É a certeza...
De que o tempo passa!
Eli Ana
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Registro no Tempo
Fiz este painel de fotos há uns 15 anos atrás e ele registra.por volta de 80 anos de nossa família em um espaço de 2mx1m. Não canso de olhar...
domingo, 2 de junho de 2013
Armazém das Plantas
sexta-feira, 31 de maio de 2013
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