"O Sol se extingue a cada dia para renascer a cada manhã." (foto:ciclone de Luz,Eliana Valença)
domingo, 28 de dezembro de 2014
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Varal de Palavras
Coloquei
cada palavra
Cuidadosamente
pendurada em meu varal.
Ajeitei cada
uma em seu lugar.
E subi a corda com o mais alto bambu.
Elas voaram
no vento, tremulando...
E ali as
deixei para que tu enxergasse de longe .
Mas vieram o temporal
e a ventania
da indiferença
e carregaram
minhas palavras,
tão lindas, tão coloridas,
tão
significantes e cheias de amor,
letra por letra... para o infinito.
Foram se despedaçando para o vazio,
para o vácuo,
sem direito, nem ao menos,
de resposta,
que só o vento poderia saber,
mas que agora... eu também sei!
Eli Ana
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Sobre o Natal
Dizem que o Natal e Ano Novo é uma época de falsos abraços,
de reunirem pessoas que apenas se
suportam, que é tempo de hipocrisia pois passam o ano inteiro se alfinetando e no Natal “fingem”
nada ter acontecido, que a natureza humana é essa.
Pois eu acho que no Natal não há lugar para o fingimento,
não há falsos abraços nem sentimentos antagônicos em família; que o ser humano se permite viver momentos verdadeiros de Fraternidade e
Paz mesmo junto de quem pensa diferente; as pessoas realmente desejam o melhor
para o próximo; as famílias repartem uma
ceia como quem reparte o pão de Cristo; as diferenças se dissolvem num
sorriso; pequenas demonstrações de afeto
tomam uma proporção nunca esperada; exercita-se o perdão com verdadeira facilidade; as diferenças e rusgas
se dissolvem; e, é claro, emanam do céu
bênçãos de Luz!
Fico pensando que nessa hora o pensamento se eleva até algo
maior que todos nós e se rende a ele: o Espírito de Natal!
Então, para mim, essa é a verdadeira essência do ser humano:
perfeita, fraterna e de Luz própria!
Assim somos nós!!! Assim podemos ser o ano inteiro! Feliz
Natal!!
Valença

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Escolhas
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a
forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos
mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos
ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”
Fernando Teixeira Andrade
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