domingo, 30 de junho de 2013

Dança Circular - Companhia do Perpétuo Dançar




















 Parabéns!!! Dia 29/06/13 completou 1 ano de existência um grupo de pessoas interessadas ( ou apaixonadas) pela Dança Circular. O interesse surgiu depois de algumas oficinas e foi agregando gente e mais gente. Hoje temos um grupo que se reune aos sábados (quinzenalmente) para dançar e trocar experiências, vivências, energia e compartilhar principalmente a Alegria . Daí surgiu, meio que por acaso(?) as abayomis, pequenas bonecas de origem africana,  feitas com nós de retalhos ,sem uso de agulhas (eram feitas nos navios negreiros para ocupar a atenção das crianças) como símbolo de nosso grupo, já que o significado é "aquela que traz alegria". O nome do grupo ainda está em estudo(rsrsrs).
 Nosso grupo reune-se na sala de dança do Colégio Municipal Pelotense, Pelotas, RS. Quem estiver  interessado nas ofcinas pode entrar em contato comigo por email e darei melhores informações.(liavalenca@ig.com.br).
Obs: os encontros não tem custo nenhum. Quando recebemos facilitadores formados em Dança Circular, aí sim, temos o preço cobrado, que varia conforme a oficina.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Noite de São João


Clique no link abaixo e escute a bela e harmoniosa melodia que Vitor Ramil fez para o poema de Fernando Pessoa.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=D3HRro741Jk#at=21

Abayomi, que traz Alegria



A palavra abayomi tem origem iorubá, significando aquele que traz, felicidade ou alegria. (Abayomi quer dizer encontro precioso: abay=encontro e omi=precioso). O nome serve para meninos e meninas, indistintamente. Não se deve confundir com Abaiomi, também iorubá, de significado diverso.
O nome é comum na África, principalmente na África do sul, embora também seja encontrado com frequência até o norte da África, e mais raramente, no Brasil.
No Brasil, além de nome próprio, designa bonecas de pano artesanais, muito simples, a partir de sobras de pano reaproveitadas, feitas apenas com nós, sem o uso de cola ou costura e com mínimo uso de ferramentas, de tamanho variando de 2 cm a 1,50 m, sempre negras, representando personagens, de circo, da mitologia, orixás, figuras do cotidiano, contos de fada e manifestações folclóricas e culturais.

 (Wikipédia)

Hibiscus



sábado, 22 de junho de 2013

A Cara Lavada do Brasil



 “Não foi fácil chegar até aqui, minha geração lutou muito para ter voz.”
Dilma Rousseff

Tem razão, Srª Presidente, e isso não pode e nunca será esquecido. Está escrito na história com letras de sangue e luta.
Mas muitos dos que trilharam esse caminho, que fizeram coro contigo, que saíram às ruas, que acreditaram na mudança, em algum momento deixaram de acompanhar aquela massa por não concordar com  o caminho escolhido, por não vislumbrar a luz no fim do túnel, por sofrer de um sentimento chamado desilusão.
Mas a luta  continuou, outras causas, outras ruas, outros protestos vieram e lá estavam os descontentes, ainda lutando, mas por caminhos opostos, infelizmente.
Hoje a rua foi tomada novamente:
- por aqueles descontentes;
- por gente nova na  luta, jovens inexperientes, é verdade, mas nem por isso alienados;
-por gente que ainda não tem bem claro o que está escrito em seu cartaz, mas nem por isso “sem causa”;
-a direita , possivelmente,  estreando na passarela da “rua”;
-a burguesia, com sua participação festiva (sempre presente);
-os aproveitadores, prontos para levar alguma vantagem;
-os “da antiga”, velhos rostos de sempre, se reencontrando e revivendo a velha chama;
-os vândalos e baderneiros, na contra mão do protesto.
A rua é de todos e as experiências do passado servem para aprender a não cometer os mesmos  erros. Tolerância é preciso para pedir por tolerância!  A mobilização é necessária para evitar a estagnação.
 A rua é de todos! Na rua nascem os manifestantes, no grito de guerra, no cartaz que empunha como a uma espada, contendo sua idéia, sua criatividade, sua indignação, a essência de sua luta. Ninguém nasce militante. “É na luta que se forja o guerreiro.”
Desses milhões que saíram à rua, muitos não tem causa, mas têm vontade de ter porquê lutar, por andar “adormecido” o anseio de se manifestar, de reivindicar, de expor seu descontentamento, coisas que se aprende na prática.
Essa massa heterogênea,  não é diferente da massa que construiu nossa história e que colocou Vossa Excelência na presidência do país.
Desses milhões de pessoas que saíram à rua, muitos vão abandonar a luta quando a novidade passar;  muitos vão continuar por um tempo, mas alguns vão um dia olhar para trás e dizer como nós, senhora Presidente,  que fizeram parte dessa história. E se nascer uma geração de manifestantes que tenham a liberdade de pensar e ouvir o clamor de diferentes vozes,  vão dar continuidade à nossa luta.
Saberemos, então, que apesar de uma minoria sem escrúpulos (que sempre se faz presente nas grandes aglomerações) esse movimento vai ter  valido à pena. E, às vezes, nas linhas tortas, estão os grandes recados. Quando repudiam a manifestação de qualquer partido, não querem dizer que são contra a existência de vários partidos no Brasil.
Acho que o grande recado é que apesar de pertencer a um partido e fazer parte da história, as  pessoas tem o direito de discordar de algumas ações e a obrigação de manifestar sua indignação. O partido não pode ficar adiante da verdade do cidadão. E, finalmente, nenhum governo, em lugar nenhum deste planeta, pode dizer que o povo não tem o que  reivindicar, sem se tornar arrogante. Os preconceituosos, os que “não se misturam”, os arrogantes, estão anunciando sua retirada... Talvez não esperassem tamanha adesão ( e milhares de outros vinte centavos). Talvez pensassem que a rua tivesse dono.  Engano!
Está surgindo um novo jeito de fazer política, um jeito diferente, sem paixão, como acontece com  o amor ao time de coração, um jeito que está se construindo, onde  queremos valorizar mais a nossa cara  lavada e natural, do que apresentar, para o resto do mundo,  uma bela face muito bem maquilada. Nós já temos uma “cara”:  a  cara lavada do Brasil! Gostamos dela assim!

Eliana Valença

terça-feira, 18 de junho de 2013

A Cara do Brasil

Se alguém disser que este é um momento histórico, que o gigante acordou, que a violência não é a voz da maioria, que as redes sociais tem uma força inquestionável, e todas as frases comuns que se ouve em todo o país, como um eco, não estará mentindo. Tudo isso é verdade!
Mas tem alguns aspectos que tornam esse momento único.  De onde saíram tantas pessoas dispostas a protestar? Elas estavam satisfeitas antes desses movimentos? Porque só agora resolveram se manifestar? As  redes sociais tem tanto poder assim? Contra o que exatamente protestam? Será um movimento sem causa? As manifestações são contra os governos municipais, estaduais  ou federal?  Quem estará por trás desses protestos? Será que são jovens (de todas as idades)  inconseqüentes  que nem sabem porque estão ali? Quem são os vândalos que se escondem atrás de um direito sagrado de manifestação? O que fazem ali? Toda a mídia exagera e mostra apenas os vândalos, como um big brother editado?
Poderia continuar todo o texto fazendo perguntas e mais perguntas...  sem respostas exatas.  Mas os protestos representam oposição  a que aspecto, a quem , exatamente?
Será que uma rede social tem o poder de inflamar uma população inteira como em  um discurso de alguém com  o dom de mover as massas , ou essas redes vão mostrando ao longo de muito tempo, que a insatisfação que eu sinto é compartilhada por muitas pessoas, que o país que vivemos não é aquela maravilha insistentemente vendida aos turistas e resto do mundo. O Brasil deve ser satisfazer aos brasileiros.  A rede social mostra dia após dia, que não sou eu, apenas, que venho sentindo em meu bolso a falta do mesmo poder aquisitivo de algum tempo atrás , e que a facilidade de crédito acabou comprometendo grande parte de  meu salário. A rede social  mostra , diferente da propaganda política ( de todos os partidos),  que o que eu pensava, não era apenas eu que pensava...
Veio então a explosão de todo esse sentimento reprimido , como já vimos em tempos atrás, sem nenhuma diferença daqueles dias. Ou melhor, algumas diferenças existem , sim.  As bandeiras levantadas, não carregam o símbolo de nenhum partido, de nenhum governante, mas nenhum partido, se está representado no poder, está isento dos protestos. Me atrevo a dizer que nem os próprios manifestantes( conscientes) se sentem isentos de responsabilidades. O protesto é contra a própria ausência em protestos.  O medo de estar só se foi. Essa foi a participação decisiva das redes sociais. Tem mais gente que curte e compartilha o que penso. Não estou só!!!!
Portanto, não permita que qualquer partido ou político,  roube de você o poder de exercer sua sagrada cidadania e , de novo , sair à rua,  gritar e lutar pelos seus “vinte centavos”, sejam eles o que for: Saúde, Educação, Justiça, fim da corrupção, fim da hipocrisia, não violência, gastos exorbitantes com eventos, baixos salários,  ações de combate às drogas...
Brasil, mostra tua cara!

Eliana Valença(18/06/13)

sábado, 15 de junho de 2013

Velha Gaita





Velha gaita ressongona , velha gaita,
velha gaita de galpão.
Quando estiro o fole todo, velha gaita, 
estremece o meu coração!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Cumplicidade


Unidos pelas diferenças, acalentados na presença, 

apaixonados pela essência, é assim que se cria a

 cumplicidade. 


Denise Portes

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Partitura

Nesta pauta de fios
Quem dá o tom,
A cor da melancolia,
É a certeza...
De que o tempo passa!
Eli Ana

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Registro no Tempo


Fiz este painel de fotos há uns 15 anos atrás e ele registra.por volta de 80 anos de nossa família em um espaço de 2mx1m.  Não canso de olhar...

domingo, 2 de junho de 2013

Armazém das Plantas






Suculentas, palmeiras, frutíferas, bonsais, vasos e uma infinidade de plantas  na Floricultura Armazém das Plantas, na Avenida Adolfo Fetter (estrada do Laranjal).