segunda-feira, 8 de agosto de 2016

I CHING (16-O Entusiasmo)


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 16.


YU 
ENTUSIASMO
livro primeiro:
Acima: CHEN, O INCITAR, TROV?O. 
Abaixo: K'UN, O RECEPTIVO, TERRA.

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Quando, ao início do verão, o trovão, a energia elétrica, surge novamente da terra e a primeira tempestade refresca a natureza, uma prolongada tensão se dissolve. Há alívio e alegria. A música tem também o poder de dissolver as tensões do coração e a violência de emoções sombrias. O entusiasmo do coração se manifesta espontaneamente no som do canto, na dança e no movimento rítmico do corpo. O efeito inspirador do som invisível que emociona os corações dos homens, unindo-os, é um enigma que perdura desde os tempos mais remotos. Governantes utilizavam esse tendência natural para a música; elevaram-na e deram-lhe ordem. A música era considerada como algo sério e sagrado, que purificava os sentimentos dos homens. Cabia a ela louvar os méritos dos heróis, construindo, assim, uma ponte para o mundo invisível. Nos templos, os homens se aproximavam de Deus através da música e da pantomima (da qual o teatro se desenvolveu). O sentimento religioso dedicado ao Criador do mundo unia-se ao mais sagrado dos sentimentos humanos, a reverência aos antepassados. Estes compareciam às cerimônias religiosas como convidados do Senhor do Céu e como representantes da humanidade nestas esferas mais elevadas. Essa união do passado humano com a Divindade, nos momentos solenes da inspiração religiosa, estabelecia uma aliança entre Deus e o homem. Ao reverenciar a Divindade através de seus antepassados, o governante convertia-se em Filho do Céu, aquele em que o céu e a terra uniam-se misticamente. Nestas idéias encontra-se a culminância da cultura chinesa. Confúcio comentava a respeito do grande sacrifício em que se celebravam esses ritos: "Aquele que compreendesse plenamente este sacrifício poderia reger o mundo como se o girasse em suas mãos".