quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Tempo Perdido


O “bem”  não sou só eu, o “mal” não é só o outro.  Temos lá dentro de nós, bem disponíveis e prontos para serem usados, tanto um quanto  o outro.Mas o “tempo perdido” com o mal é  sempre escolha própria e geralmente inconsciente.
O ser humano é primariamente instintivo e ao evoluir torna-se consciente de suas escolhas.
As pessoas explosivas deixam-se invadir pelo sentimento negativo, não conseguem elaborar uma atitude civilizada e reagem de modo selvagem, ou seja, como os animais. O animal que se acha ameaçado reage ferozmente para defender-se ou a seu bando.
As guerras acontecem assim; as diferenças entre fanáticos religiosos  são resolvidas assim; as colunas policiais estampam diariamente tragédias que resultam dessa maneira de agir, ou reagir. Nas redes sociais que  hoje refletem a realidade expõe faces, abrem algumas janelas que espelham amargura, rancor e escorrem fel, expondo a infelicidade própria e existência vazia...
O “tempo perdido” a energia despendida nessa trama de sentimentos é vital para tomar decisões coerentes.
Tomar decisões coerentes é vital para o equilíbrio emocional.
Equilíbrio emocional é vital para conhecer o Amor Próprio.
Amor Próprio é vital para amar algo “fora”, além de si mesmo.
Amar alguém é vital para ser feliz.
Quem quer ser feliz?
O tempo usado para o bem nunca é  tempo perdido!

Eli Ana

sábado, 10 de janeiro de 2015

Dez de Janeiro



Dia 10 de janeiro era um dia de dupla celebração em nossa família: o aniversário de meu pai e de meu irmão.  Aliás essa peculiaridade de ter filhos nascendo em aniversário dos pais ou mães faz parte de nossa família: Minha avó paterna teve gêmeas de aniversário; minha avó materna teve minha mãe e esta, ganhou minha mãe de aniversário. Isso aconteceu com vários primos e primas.  Às vezes  me pego pensando qual  mensagem há por traz dessas coincidências .
Então como era de se esperar, era sempre uma festa na praia, reunindo amigos, muita música, sempre um violão presente  e que  terminava invariavelmente na praia, vendo o sol nascer.
Depois que meu irmão partiu desta vida, a data nunca mais foi a mesma. Mas nos reuníamos sempre, na praia do Cassino e tentávamos “tocar  a vida”... comemorando o niver de meu pai.

Hoje meu pai também já se foi, mas não é um dia triste... É um dia de lembranças boas, de risadas, de lembrar que a vida continua e que o que vivemos com  o “seu Arthur” e com o “Bagé” vai ficar para sempre em nossas memórias. E tenho certeza  que,de algum lugar eles olham por nós e que  hoje devem estar comemorando juntos essa data tão marcante. Parabéns a vocês!!!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Oscar Quiroga


"Cultivar ressentimentos é permitir que um ladrão more dentro de sua própria casa. Os ressentimentos são ladrões que se alimentam de sua vitalidade e não dão nada em troca, apenas nutrem uma ideia tola de revide."
 Oscar Quiroga